Archive for February, 2008

MacBook Air tem parafusos demais?

Creative Commons License photo credit: dan taylor
A revista Nikkei Eletrinics publicou um artigo criticando duramente o Macbook Air. Segundo os japoneses o novo xodó da Apple é um desperdício total por dentro. Só parafusos são trinta! Eles argumentam que o computador poderia ter sua produção muito otimizada e portanto barateada sem perda de qualidade.

Eu ainda prefiro parafusos demais do que de menos, e fico feliz por ser um condumidor da Apple diante de uma notícia destas. O engraçado é que os engenheiros japoneses em certo momento dizem que “parece que o fabricante fez o computador exatamente como foi encomendado pela Apple”, como se isso fosse um problema! Vai entender. Continue reading ‘MacBook Air tem parafusos demais?’

Genial! Copyright Biométrico

Creative Commons License photo credit: Davic
Antigamente era fácil comprovar a autoria de uma fotografia. Ou você tinha o negativo/cromo original ou não. Com o início da era digital a coisa se complicou. No começo era tudo JPEG e TIFF, o que significava que qualquer cópia do seu arquivo era igual ao original. Hoje os profissionais usam sempre RAW, o “negativo digital”, e entregam para os clientes cópias em outros formatos. Até aí tudo bem, mas este arquivo ainda pode ser copiado a vontade e é impossível saber qual é original. Esta é a maravilha e ao mesmo tempo um grande problema da fotografia digital: cópias perfeitas e ilimitadas.

Os japoneses da Canon tiveram uma idéia genial. Criar uma assinatura digital a partir da leitura da íris do fotógrafo e anexar ao arquivo. Você faz um cadastro (até 5 fotógrafos) e antes de clicar seleciona a sua identidade. Aí não tem erro, se o olho na câmera era o seu, a foto é sua!

Mais informações >

Madsen no PicturaPixel

Esta semana tive a alegria de ter uma foto publicada no blog da PicturaPixel do mestre Claudio Versiani.

Não deixe de visitar a revista eletrônica, o blog e o post com a minha fotografia.

madsen PicturaPixel

Faça você mesmo: Disparador para (algumas) SLRs

disparador dyi

A dica funciona com algumas câmeras Canon, Nikon, Sony e Pentax. Pegue aquele fone de ouvido de celular (com um microfone no fio) que você nunca usa mesmo e transforme num disparador. Ótimo para evitar fotos tremidas e fazer exposições mais longas.

Link

Lachapelle - Video da semana

Video muito bom com um cara que sabe curtir o trabalho.

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Vai Lacraia!

Olha só que bichinho simpático eu encontrei um dia destes. Por sorte já estava moribundo, foi só levar pro estúdio e brincar um pouco.

lacraia-01-post.jpg

Aulas de Ilustração

Minha maior frustração na vida é não ter habilidade para desenhar. Nunca fui de prestar muita atenção nas aulas quando era mais novo, e com esse tempo “livre” eu teria produzido uns cadernos com rabiscos muito mais interessantes do que os meus. Um colega meu no segundo grau fazia o maior sucesso com suas caricaturas dos professores, e por mais que eu me esforçasse nunca fiz nada que eu tivesse coragem de mostrar por aí.

Com a descoberta da ilustração vetorial uma nova esperança se instalou em mim. Em tese, eu não precisaria ter uma habilidade motora tão precisa pra fazer uma linha reta. Não adiantou muita coisa, continuo sem saber nada, mas fazer um bom curso de desenho e aprender mais a fundo a usar o Illustrator estão entre os meus objetivos para este ano.illustrationclass.jpg

Nas minhas pretensões auto-didatas acabei fazendo uma boa pesquisa em busca de formas de aprender online. A fonte de tutoriais que me pareceu mais promissora foi o site IllustrationClass.com. O autor Von. R. Glitschka (ainda bem que no blog não tem que saber pronunciar os nomes) é um ilustrador profissional e usa seus próprios trabalhos para produzir as aulas. Ele faz um guia (em inglês e espanhol) cheio de imagens que vai desde o briefing até a arte final passando pelo conceito e técnicas. Muito bacana, bem melhor do que aquelas coisas “aprenda a fazer um efeito de <insira qualquer palavra> nas suas fontes!”.

visite

12 usos para câmeras de celular

cameraphoneAgora que os celulares estão começando a vir com câmeras de verdade a gente percebe como é bacana ter uma sempre à mão. Naquelas festinhas de família, na rua diante de uma cena curiosa e nos botecos da vida é que todo mundo vê a praticidade desta convergência. Mas a verdade é que a única vantagem dos telefones sobre as Cybershots e companhia é o fato de estar sempre à mão. A qualidade das imagens é baixa, o ruído quando a luz não está tão boa é absurdo e raramente eles oferecem zoom ótico (digital não conta). Uso um Sony-Ericsson K750i que possui uma camera de 2 megapixels, um bom valor para um telefone. O que descobri ao longo do tempo, é que registrar momentos é o que eu menos faço com ele, pois o resultado costuma ser frustrante. Aqui vai uma lista de utilidades para um cameraphone.

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Seitz de 160MP e os Scan Backs

seitz Engraçado, de uma hora pra outra vários blogs estão falando da super câmera Seitz de 160 megapixels. Acho curioso que isto esteja acontecendo agora, quase dois anos depois do lançamento e me incomoda um pouco que ninguém que eu tenha visto parou para ler o site do fabricante antes de escrever. Deixe-me tentar jogar uma luz sobre os fatos.A câmera possui na verdade um scan back ou seja, um scanner no lugar do sensor. O que significa isso? A imagem é projetada pela objetiva numa “tela” e escaneada de uma forma parecida com o seu aparelho de mesa. Na prática significa que só serve para fotografar coisas estáticas e com luz contínua, a não ser é claro que o objetivo seja uma imagem com os artefatos estranhos da mistura dos movimentos do scanner e do sujeito da foto. Backs de scanner estão por aí a muito tempo sendo usados principalmente por museus e fotógrafos de produtos.A inovação da Seitz foi criar um produto voltado para fora do estúdio e com uma sensibilidade ampliada que permite capturas de apenas um segundo para o quadro todo (1/2000 por pixel) em condições ideais. A foto do homem segurando aquele trambolho enorme enquanto olha pelo visor induz ao erro: não é uma câmera para usar sem um bom tripé.Os principais fabricantes são:

  • Betterlight - O Mais conhecido e vendido. O modelo Super 10k-HS produz arquivos de 10200 x 13600 pixels;
  • Kigamo - 12.000 x 16.980 pixels no modelo 8000XP;
  • Anagramm - até 14.400 x 23.600 pixels. O nome do back é curioso: David;
  • PhaseOne - Empresa famosa pelos backs para médio formato. Possui apenas um modelo, o PowerPhase FX+ com 10.500 x 12.600 pixels.

Update: O erro é ainda pior do que eu pensava. Andei lendo mais anguns blogs e tem gente dizendo que o sensor da Seitz tem 6×17 centímetros. Mais uma vez: ela não tem um sensorzão com 160 milhões de pontos. Tem um coluna que escaneia a imagem. 6×17 é a proporção entre altura e largura da imagem, assim como as televisões tradicionais são 4×3 e o filme 35mm é 3×2 (repare que o padrão é “largura X altura” e não o contrário como a Seitz apresenta).

    Novo monitor Eizo de 30 polegadas

    eizo 30″Ainda sonhando com aquele Apple Cinema Display de 30″ de R$ 9.000? Coisa de pobre! A japonesa Eizo, conhecida por seus monitores de cor perfeita e preços astronômicos anunciou na PMA seu novo modelo neste tamanho o CG301W. O brinquedo tem resolução de 2560×1600, contraste de 850:1 e é capaz de reproduzir 97% do espectro do Adobe RGB. Vem ainda com uma função interessante: tem duas entradas DVI e Picture in Picture (PIP) pra você poder ligar dois computadores ao mesmo tempo. Espaço pra isso não falta. Como o resto de sua família, possui calibração por hardware embutida e um sistema bem bacana que compensa a diferença de luminosidade enquanto as lâmpadas esquentam pra gente não ter que esperar aquela meia horinha antes de confiar no que está vendo. Tem também todos aqueles selinhos coloridos de certificados de ergonomia e ecologia. Não tem preço definido ainda, mas considerando que a versão de 24″ custa $2.345 na B&H, já pode ir economizando.

    O meu já está encomendado. Quem precisa de dois rins mesmo…

    Em tempo: O Apple Cinema Display que custa R$9.000 no Brasil sai por $1.730 nos EUA. Faça as contas…