Miguel Rio Branco nasceu em Las Palmas, na Espanha. Sendo filho de um diplomata no entanto, se diz cidadão internacional ainda que seja considerado brasileiro, como o pai. Me pergunto se seu sobrenome vem do herói da diplomacia nacional…
O blog da agência Magnum convidou Jörg M. Colberg, editor do Conscientious, (uma das minhas leituras diárias, vale uma visita) para entrevistar o fotógrafo (pintor e cineasta). Me chamou a atenção a forma simples e pertinente com a qual ele separa o fotojornalismo da fotografia artística. É a diferença entre descrever a realidade e ter algo a dizer, construindo a imagem com este objetivo.
“To me Art is a question of: first, having something to say from the inside that has nothing to do with description of reality, reality being just the material thing that the camera captures. So for this question I must say that I always focus on the images I want to SHOW, not necessarily to see, some of those images I would even want NOT to see. I do create images that, when related to others in specific constructions, make sense, create rhythms and bring emotions to the surface.”
O Photoshop Express, versão online do nosso programa favorito entrou no ar depois de meses de espera. É claro que não é um concorrente do formato tradicional, mas para algumas edições básicas é bem interessante. Tem ajustes como balanço de branco, exposição, saturação e até um healing brush! Comparando com outros editores online ainda fica um pouco pra trás, mas tem um pedigree de respeito, então vale a pena ficar de olho.
Annie Leibovitz, a fotógrafa supra-sumo do glamour e das celebridades, recebeu a missão de fazer um retrato da rainha da Inglaterra para marcar sua visita aos EUA. Ninguém mais adequado, isso eu concordo. Repare na parte em que ela tenta convencer a nobre senhora a fazer a foto sem a coroa.
Você chega em casa com aquele Sony Vaio que acabou de comprar por míseros R$9.000 achando que, sendo um computador novinho em folha vai ser pura alegria e performance… Aí você cai na real. O seu querido fabricante encheu seu PC novinho de programas inúteis, a maioria em versão de demonstração sem te preguntar nada. O crapware (ou bloatware) pode ser de vários tipos: uma versão trial de um antivírus ou de um gravador de CD, tocadores de audio que não fazem nada a mais que o Media Player do sistema, um discador de provedor de internet americano ou mesmo aqueles programinhas malditos que fazem a mesma coisa que as ferramentas padrão do Windows mas com a logomarca do fabricante. Pra que diabos eu vou querer um “Toshiba Bluetooth Monitor” se o sistema operacional já traz a funcionalidade dele?
Mas por que estou tocando neste assunto logo agora? É que a Sony resolveu dar uma de generosa: Se você for americano e fizer o upgrade para o Windows Vista Business por $100, eles te dão a opção de pagar mais $50 para receber o computador sem o bloatware! Olha que coisa linda: por míseros $150 você leva um PC sem o lixo (exceto pelo próprio Windows)!
Vamos lá gente, deixem esse tipo de coisa para trás… Seja Mac, seja Linux, existem opções!
Purim (פּוּרִים, em hebraicoPurim: plural de פּוּר pûr, do acadianopūru) é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Persa tal como está escrito no Livro de Ester, um dos livros da Bíblia. Os judeus estavam exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia. A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester por duas vezes, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e consumo de vinho durante refeição de celebração (Ester 9:22); outros costumes incluem o uso de máscaras e fantasias e comemoração pública.
Purim é celebrado anualmente no 14º dia do mês hebraico de Adar, o dia seguinte à vitória dos judeus sobre seus inimigos (13 de Adar). Em cidades que eram muradas no tempo de Josué, incluindo Shushan (Susa) e Jerusalém, Purim é celebrado no 15º dia do mês, conhecido como Purim Shushan. Assim como todas festas judaicas, Purim tem início ao pôr-do-sol da véspera no calendário secular.
O nome “Purim” vem da palavra hebraica “pur”, que significa “sorteio”. Este era o método usado por Haman, o primeiro-ministro do Rei Achashverosh da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país.
Saiu o review completo da D300 no dpreview.com. Pra quem não sabe, este é o maior site de testes de câmeras digitais que temos hoje. A conclusão óbvia depois de 32 páginas de análise é que câmera é excelente, uma grande evolução em relação à D200. Segundo o site:
“Nikon’s biggest problem now will be bettering the D300; it raises the bar to a new high, and represents the state of the art despite strong competition from the likes of Canon, Sony and Olympus. There’s simply no better semi-professional digital SLR on the market.”
Esse eu vi no Com Limão, um blog muito bacana sobre design. Um videoclipe fantástico pra turma do all type. Conta uma histórinha substituindo todos os personagens e o cenário por palavras. Cem por cento tipografia! A música é do DJ francês Alex Gopher e foi dirigido pelo atmbém francês Antoine Bardou-Jacquet. O diretor é bastante conhecido por seus comerciais, incluindo um que é exatamente igual ao clipe!
Um maluco-idiota-cheio-da-grana resolveu testar sua nova Nikon D3 (isso, aquela de U$5.000). Como? Simples, jogando ela de uma altura de 4 metros no chão!!! Primeiro ele joga um celular velho pra demonstrar a altura, em seguida vem o tanque a câmera. Segundo o doido ela sobrevive, mas eu é que não vou fazer iso quando comprar a minha.
Update: Parece que o video está travado para ser mostrado em outros sites. Segue o link:
Finalmente saiu o kit de desenvolvimento para o iPhone e o iPod Touch. Agora é oficial, os aparelhos vão suportar softwares de terceiros. Como eu já havia comentado no post sobre o uso do Touch como PDA, estes softwares já existem aos montes mesmo antes de serem suportados. Imagine o que vem por aí agora que a coisa é oficial… A firma de investimentos Kleiner Perkins Caufield & Byers está botando a maior fé na plataforma: criaram o iFund, um fundo de $100 milhões de dólares para investir em empresas que desenvolvam para o iPhone.
Junto com o SDK foram mostrados alguns jogos que usam o acelerômetro e o touchscreen como controle, uma espécie de Wii no celular. O suporte ao Flash no Safari Móvel ainda não veio, mas não perdemos as esperanças. Andaram dizendo por aí que o senhor Jobs reclamou que a versão móvel do flash é muito chinfrim pro iPhone e que ele queria uma intermediária entre ela e a versão desktop. Quem sou eu pra discutir.
Pra quem ainda não sabe, a Polaroid morreu. Não a empresa (ainda), mas o filme instantâneo. Isso deixa a Fujifilm como último fabricante deste produto, sabe-se lá até quando. A “digital da era analógica” que serviu de rascuho para grandes fotógrafos e de memória para inúmeras pessoas (memórias curtas, é verdade, já que a foto desbotava em pocos anos) não resistiu ao novo mercado. A morte já era previsível depois que a empresa decretou falência em 2001 e foi comprada por 426 molhões de dólares. Parece muito? Nos bom tempos, a venda de filmes e câmeras instantâneas chegou a render $3 bilhões por ano…