Semana passada fiz um passeio de helicóptero para fotografar a cidade. A vista é linda lá de cima!
Navegue pela imagem a seguir (use os controles que aparecem abaixo dela):
Outras fotos:
Opa! Blog abandonado? É, estou meio sem tempo pra postar ultimamente, o que significa que quando puder vou ter bastante assunto.
Enquanto isso coloco aqui algumas fotos que fiz no Fetival Porão do Rock no início de agosto. Foram dois dias de muito rock, algumas bandas fantásticas outras nem tanto. Pra fechar com chave de ouro veio o Muse encerrar os trabalhos. Que show!!!! Eu conhecia muito pouco o trabalho da banda e mesmo assim fiquei boquiaberto com o espetáculo.Parabéns pra produção do festival!
Não fiz muitas fotos e usei exclusivamente a minha querida lente 85mm 1.8 numa D200. Preferi curtir o festival a me estressar com quilos de equipamento. Segue o resultado:
Um dia desses, me aparece a Hasselblad exibindo a nova H3DII-50 com absurdos 50 megapixels, equipada com o sensor anunciado dias antes pela Kodak. Ainda não tem preço definido, mas provavelmente vai ficar próximo dos U$40.000. Os fotógrafos mundo afora mal tinham limpado a baba quando a Phase One jogou o seu P65+ com 60 megapixels!!!
Deve ser uma coisa parecida com a Ferrari e a Lamborghini disputando pra ver quem tem o carro mais rápido. Ninguém precisa dirigir a 350km/h, nem existem muitos lugares no mundo pra isso, mas aposto que a fila de espera por um carro destas marcas dura alguns meses.
Quando eu for um rico excêntrico compro uma de cada pra fazer um review e colocar na internet.
Fotógrafos de publicidade adoram o photoshop. Faz parte do jogo, já que o objetivo deles é tornar real a imaginação de um publicitário. O problema, é que alguns fotojornalistas também adoram, e estes devem mostrar fatos reais. A diferença é clara. Um trabalha com fantasias, outro com realidade.
A essa altura todos já devem ter visto a foto manipulada dos mísseis iranianos. A imprensa do mundo todo caiu no golpe e publicou a foto, pra no dia seguinte ter que se desculpar. Não foi a primeira e nem vai ser a última vez que acontece, disso ninguém tem dúvida. É por este motivo que deixo aqui minha sugestão para a Adobe criar uma versão do Photoshop para fotojornalismo. Seria mais ou menos assim:
Isso mesmo. Só crop e levels. Será que pega?
Leia mais sobre o assunto no PICTURAPixel >
Exemplos recentes retirados do link acima:
Mais uma campanha bacana nas ruas. Desta vez foi com a Prime RS. Foi uma aventura fazer 12 fotos em várias locações com pouco prazo. No final, apesar do clima nem sempre ter colaborado deu tudo certo. O resultado você confere abaixo:
E o Making Of:
O fotógrafo Walter Schels e a jornalista Beate Lakotta desenvolveram um projeto bem perturbador. Acompanharam os últimos dias de 24 moribundos para produzir uma série de retratos feitos pouco antes e logo depois da morte. Imagens fortes e muito bonitas.
Por algum motivo obscuro, quando precisou de alguém para fotografar a seleção holandesa de futebol, o jornal “Algemeen Dagblad” achou que Erwin Olaf era o cara certo para o serviço. Uma decisão tão inusitada quanto acertada, que dificilmente alguma publicação brasileira teria colhões para tomar. Se você não entendeu por que fiz este comentário, vá imediatamente para o site do fotógrafo conhecer um pouco do seu trabalho. O fato é que as fotos ficaram incríveis como era de se esperar, com um clima de circo romano com gladiadores elameados.

Muito boa a propaganda da Canon Rebel XSi. Pena que não se possa dizer o mesmo da câmera…
Uma coisa muito bacana no site do principal prêmio do fotojornalismo mundial: os fotógrafos comentam suas imagens vencedoras em vídeo. Ponto extra para o layout que valoriza a foto colocando o video pequeno, no canto da tela. Como se o impacto destas imagens incríveis já não fosse o suficiente, as histórias por trás delas são de arrepiar os cabelos da nuca.
Nessa eu estou com eles. Essa história de RAW é uma tragédia anunciada. Cada câmera que aparece gera um formato novo e os desenvolvedores de software precisam correr atrás para dar suporte. O problema maior no entanto, é a questão da compatibilidade a longo prazo. Como diz Kevin Connor da Adobe (citado no blog de John Nack):
“When we came out with the first camera RAW plug-in, we were supporting around 25 cameras. We’re now supporting more than 175 cameras—in other words, more than 175 different file formats. And when you’re talking about images, people don’t want to keep those images for just five or 10 years. Professional photographers want to know those images will be fine for 50 years—100 years—from now. If you think about the rate of new-camera introductions, how many new file formats will there be? A hundred thousand? It just seems that it’s going to reach a point when it becomes unmanageable.”
E mais, quem garante que daqui a 20, 30 anos alguém vai se importar em dar suporte para as câmeras que temos hoje? Na dúvida, vou estudar a possibilidade de converter meu arquivo de fotos para DNG…
Mas enfim, qual a importância desta notícia? Bom, em tese, ao se tornar um padrão ISO o DNG deixa de ser controlado apenas pela Adobe (que já o define como um formato não proprietário). Quem sabe isso não anima os grandes (Nikon e Canon) a reavaliar a possibilidade de adotar o formato? Ficamos na torcida.
Em tempo: Antes da Adobe abrir as especificações do DNG, o pessoal do software livre criou o movimento do OpenRaw, vale a visita. O que será que eles acham desta nova jogada da grande corporação?
Links:
Anúncio no blog de John Nack >
Nova campanha da UniDF que está nas ruas. A agência foi a DeBrito, com a criação em São Paulo e o atendimento e a mídia em Brasília. Veja as fotos e o Making of:
Fotos:
Making Of: