Finalmente saiu o Firefox 3. Se você é besta o suficiente pra usar o Internet Explorer vá baixar a raposa agora mesmo! Foram impressionantes oito milhões de downlaods nas primeiras 24 horas. Esse número veio depois de uma campanha intensa para bater o recorde que, diga-se de passagem, nunca havia sido tentado, portanto a vitória já era garantida. Teve acompanhamento de ficais do Guiness e tudo.
Mas vamos ao ponto. Uma coisa bacana desta nova versão é a capacidade de ler os perfis ICC das imagens na web. O Safari já faz isso há anos, e agora o Firefox entra na dança. O problema é que a opção vem desligada, segundo os desenvolvedors porque ela compromete a performance do navegador. Se tiver interesse em testar faça o seguinte:
1 - Digite “about:config” na barra de endereços;
2 - Na barra de filtro, digite “gfx”;
3 - Clique duas vezes na linha “gfx.color_management.enabled” para mudar o valor para “true”
4 - Reinicie o Firefox.
Lebre-se: Deve ter algum motivo pra esta função não ser habilitada por padrão. Se você notar alguma instabilidade ou lentidão é só repetir o processo para desligar.
Teste seu navegador clique aqui (mas já te adianto que só o Safari faz o serviço direito neste caso)
O fotógrafo Walter Schels e a jornalista Beate Lakotta desenvolveram um projeto bem perturbador. Acompanharam os últimos dias de 24 moribundos para produzir uma série de retratos feitos pouco antes e logo depois da morte. Imagens fortes e muito bonitas.
Por algum motivo obscuro, quando precisou de alguém para fotografar a seleção holandesa de futebol, o jornal “Algemeen Dagblad” achou que Erwin Olaf era o cara certo para o serviço. Uma decisão tão inusitada quanto acertada, que dificilmente alguma publicação brasileira teria colhões para tomar. Se você não entendeu por que fiz este comentário, vá imediatamente para o site do fotógrafo conhecer um pouco do seu trabalho. O fato é que as fotos ficaram incríveis como era de se esperar, com um clima de circo romano com gladiadores elameados.
Uma coisa muito bacana no site do principal prêmio do fotojornalismo mundial: os fotógrafos comentam suas imagens vencedoras em vídeo. Ponto extra para o layout que valoriza a foto colocando o video pequeno, no canto da tela. Como se o impacto destas imagens incríveis já não fosse o suficiente, as histórias por trás delas são de arrepiar os cabelos da nuca.
Nessa eu estou com eles. Essa história de RAW é uma tragédia anunciada. Cada câmera que aparece gera um formato novo e os desenvolvedores de software precisam correr atrás para dar suporte. O problema maior no entanto, é a questão da compatibilidade a longo prazo. Como diz Kevin Connor da Adobe (citado no blog de John Nack):
“When we came out with the first camera RAW plug-in, we were supporting around 25 cameras. We’re now supporting more than 175 cameras—in other words, more than 175 different file formats. And when you’re talking about images, people don’t want to keep those images for just five or 10 years. Professional photographers want to know those images will be fine for 50 years—100 years—from now. If you think about the rate of new-camera introductions, how many new file formats will there be? A hundred thousand? It just seems that it’s going to reach a point when it becomes unmanageable.”
E mais, quem garante que daqui a 20, 30 anos alguém vai se importar em dar suporte para as câmeras que temos hoje? Na dúvida, vou estudar a possibilidade de converter meu arquivo de fotos para DNG…
Mas enfim, qual a importância desta notícia? Bom, em tese, ao se tornar um padrão ISO o DNG deixa de ser controlado apenas pela Adobe (que já o define como um formato não proprietário). Quem sabe isso não anima os grandes (Nikon e Canon) a reavaliar a possibilidade de adotar o formato? Ficamos na torcida.
Em tempo: Antes da Adobe abrir as especificações do DNG, o pessoal do software livre criou o movimento do OpenRaw, vale a visita. O que será que eles acham desta nova jogada da grande corporação?
Nova campanha da UniDF que está nas ruas. A agência foi a DeBrito, com a criação em São Paulo e o atendimento e a mídia em Brasília. Veja as fotos e o Making of:
Quer fazer umas fotos com uma camera pinhole? Você provavelmente já sabe que é só pegar aquela latinha de Nescau, fazer um furinho e tal, mas existe uma forma muito mais charmosa: As câmeras para impressão.
A primeira câmera deste tipo que se tem notícia foi encartada nos anos 70, numa revista da antiga Tchecoslováquia para que a gurizada recortasse e montasse. Tinha o sujestivo nome de Dirkon.
Recentemente o pessoal do banco de imagens Corbis disponibilizou uma coleção bacana de câmeras para download. Parecem uns monstrinhos simpáticos. Vamos lá, baixe a sua e faça uso daqueles rolos de filme vencidos que estão na sua gaveta desde que você comprou a sua digital.
No dia 14 deste mês, a Nikon disponibilizou um upgrade de firmware para a D3. Até aí tudo bem. Só que comprovando a tese de que tem gente muito mais nerd que eu por aí, um cara resolveu fuçar nos arquivos binários do dito cujo. O que ele achou de interessante? Isso:
6048×4032 24.4 M
4544×3024 13.7 M
3024×2016 6.1 M
5056×4032 20.4 M
3792×3024 11.5 M
2528×2016 5.1 M
3968×2640 10.5 M
2976×1976 5.9 M
1984×1320 2.6 M
D3X
Referências a uma D3X e a resolução de 24.4 megapixels. Mais uma vez os boatos estavam certos! E mais uma vez tem um monte de gente (eu inclusive) salivando antes do tempo. A voz do povo diz que sai ainda este ano, provavelmente lá pra agosto. A voz da Nikon não disse nada ainda. E lá vamos nós de novo.