Saiu o resultado do prêmio Brasília Céu Aberto de fotografia. Se você não participou, certamente conhece alguém que o fez. Eu mesmo não ganhei nada, mas o Vitor Schietti que trabalha comigo aqui no estúdio emplacou fotos entre as dez melhores em duas categorias: Comportamento e Esportes.
Estes dois sites me fazem pensar bastante no meu papel. Como publicitário, especialmente como fotógrafo eu me pergunto diante destas imagens: Até que ponto podemos “maquiar” a realidade? Em que momento a desculpa de mostrar o melhor lado do produto se transforma numa mentira deslavada? Será que seria tão ruim assim mostrar o produto real? Claro que poderia ser um produto real arrumadinho, feito com mais cuidado do que o cotidiano de uma cozinha de fast-food permite, mas pelo menos seria mais honesto. Não se trata de uma crise de consciência de um publicitário se sentindo mentiroso, simplesmente acho que esse é o nosso trabalho: se não pararmos pra pensar no assunto, um dia um deputado faz isso por nós e faz uma lei restringindo nossa atuação. Já fomos punidos pelos nossos próprios excessos antes, vide a retirada dos outdoors em São Paulo e as inúmeras restrições (ainda que muito pouco respeitadas) sobre a publicidade de bebidas.
O Taco Bell criou um viral bacana onde você pode dar uma de fotógrafo importante e clicar a Daniella Sarahyba. O site te permite escolher a locação e algumas ações da modelo.
Miguel Rio Branco nasceu em Las Palmas, na Espanha. Sendo filho de um diplomata no entanto, se diz cidadão internacional ainda que seja considerado brasileiro, como o pai. Me pergunto se seu sobrenome vem do herói da diplomacia nacional…
O blog da agência Magnum convidou Jörg M. Colberg, editor do Conscientious, (uma das minhas leituras diárias, vale uma visita) para entrevistar o fotógrafo (pintor e cineasta). Me chamou a atenção a forma simples e pertinente com a qual ele separa o fotojornalismo da fotografia artística. É a diferença entre descrever a realidade e ter algo a dizer, construindo a imagem com este objetivo.
“To me Art is a question of: first, having something to say from the inside that has nothing to do with description of reality, reality being just the material thing that the camera captures. So for this question I must say that I always focus on the images I want to SHOW, not necessarily to see, some of those images I would even want NOT to see. I do create images that, when related to others in specific constructions, make sense, create rhythms and bring emotions to the surface.”
O Photoshop Express, versão online do nosso programa favorito entrou no ar depois de meses de espera. É claro que não é um concorrente do formato tradicional, mas para algumas edições básicas é bem interessante. Tem ajustes como balanço de branco, exposição, saturação e até um healing brush! Comparando com outros editores online ainda fica um pouco pra trás, mas tem um pedigree de respeito, então vale a pena ficar de olho.
Annie Leibovitz, a fotógrafa supra-sumo do glamour e das celebridades, recebeu a missão de fazer um retrato da rainha da Inglaterra para marcar sua visita aos EUA. Ninguém mais adequado, isso eu concordo. Repare na parte em que ela tenta convencer a nobre senhora a fazer a foto sem a coroa.
Você chega em casa com aquele Sony Vaio que acabou de comprar por míseros R$9.000 achando que, sendo um computador novinho em folha vai ser pura alegria e performance… Aí você cai na real. O seu querido fabricante encheu seu PC novinho de programas inúteis, a maioria em versão de demonstração sem te preguntar nada. O crapware (ou bloatware) pode ser de vários tipos: uma versão trial de um antivírus ou de um gravador de CD, tocadores de audio que não fazem nada a mais que o Media Player do sistema, um discador de provedor de internet americano ou mesmo aqueles programinhas malditos que fazem a mesma coisa que as ferramentas padrão do Windows mas com a logomarca do fabricante. Pra que diabos eu vou querer um “Toshiba Bluetooth Monitor” se o sistema operacional já traz a funcionalidade dele?
Mas por que estou tocando neste assunto logo agora? É que a Sony resolveu dar uma de generosa: Se você for americano e fizer o upgrade para o Windows Vista Business por $100, eles te dão a opção de pagar mais $50 para receber o computador sem o bloatware! Olha que coisa linda: por míseros $150 você leva um PC sem o lixo (exceto pelo próprio Windows)!
Vamos lá gente, deixem esse tipo de coisa para trás… Seja Mac, seja Linux, existem opções!